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sábado, 7 de maio de 2011

Cogumelos, vale a pena investir?

Por: Rodrigo Quintino

Investir no cultivo e venda de cogumelos tem se revelado uma atividade atrativa economicamente. Para se ter uma idéia, cogumelos chegam a ser vendidos para o exterior por até R$ 500 o quilo. Empresários do ramo costumam dizer que a demanda ainda é superior à capacidade de produção. Tentadora, a idéia exige certos cuidados. 

A cautela é justificada pela complexidade do cultivo. Existem duas opções para quem começa no ramo: usar toras de eucalipto para cultivar os cogumelos ou fazê-lo em prateleiras, como em uma horta. Produtores afirmam que a primeira técnica é a mais rudimentar e impõe mais obstáculos para tornar o negócio comercialmente viável.

Hoje, o mercado trabalha basicamente com quatro tipos de cogumelos: shiitake, shimeiji, champignon e Agaricus Blazei Murril (cogumelo do sol). Porém, nem todos têm a mesma utilidade. Os três primeiros são usados para a gastronomia tendo restaurantes como principais clientes, enquanto o último é para uso medicinal e pode ser visto na forma desidratada, em pó ou em cápsulas. 

O empresário Ricardo Fernandes está há nove anos no ramo. Hoje ele comanda as empresas-irmãs Shiitake e Shimeji Imperial, na Região Serrana do Rio. Ex-diretor de multinacional, ele diz que resolveu investir até mesmo na produção de substrato, composto usado para o cultivo de cogumelos. A idéia era evitar ter de comprar de terceiros o produto. 

- Só assim temos condições de competir comercialmente - explica Fernandes. Hoje, sua empresa produz até 10 mil unidades de substrato de cogumelos por dia. Cada saco custa R$ 2,20. Para isso, ele precisou "industrializar" o negócio. Comprou seis autoclaves, uma caldeira de 400 quilos de vapor/hora e um silo para armazenar farelos, entre outros equipamentos.

Há, no entanto, produções mais modestas. O gestor do projeto Cogumelo em Montes Claros, Armírio Duque de Oliveira Neto, diz que pode-se iniciar no ramo com uma estufa de 50 metros quadrados, orçada em R$ 18 mil. "O que, em tese, garante uma capacidade de produção de 60 quilos de cogumelos por mês. Mas o ideal é não depender de apenas uma estufa", afirma ele, que coordena a parceria entre o Sebrae/MG e a Associação dos Produtores de Cogumelo do Norte de Minas Gerais e Vale do Jequitinhonha (Aproconova).

No caso da Aproconova, são usadas cinco estufas. Oliveira Neto lembra que é preciso ter cuidado com a temperatura local. "Deve ficar entre 15 e 40 graus", diz. Além disso, a umidade do ar deve ser alta, em torno de 80%. É por conta desses detalhes que Fernandes, da Shiitake e Shimeji Imperial, aconselha dedicação exclusiva ao negócio.

Proprietário da Fazenda do Engenho, em Brumadinho, a 40 quilômetros de Belo Horizonte, o empresário Roberto Barros diz que as encomendas para exportação devem ser superiores a 100 quilos. Atualmente, sua empresa cultiva cogumelo do tipo Agaricus Blazei Murrill e produz ao mês de 150 quilos usando três estufas. "Mas vamos elevá-la para 300 quilos no próximo ano", promete.

Já os 38 associados da Aproconova, no norte de Minas Gerais, produzem 120 quilos por mês, com expectativa de aumentar para 170 quilos até o final do ano. O gestor do projeto do Sebrae/MG, Armírio Duque de Oliveira Neto, diz que o preço do produto para exportação é de R$ 220 o quilo. "Há casos de vendas de até R$ 500 o quilo", garante.

Para o mercado interno, os cogumelos são vendidos de R$ 20 a R$ 160 o quilo, dependendo do tipo. Empresários garantem que o retorno do investimento ocorre em até três anos. "O cogumelo foi importante para diversificar nossa produção e hoje deu tão certo que temos uma unidade que só trata de sua comercialização", explica Barros, da Fazenda do Engenho. 

Na Fungibras, o engenheiro agrônomo Guilherme Eira, um dos sócios da empresa, concorda que há espaço para crescer no mercado. Com seis funcionários, a Fungibras está há pouco mais de um ano no ramo, mas ainda permanece vinculada à incubadora de empresas da Federação das Indústrias de São Paulo, em Botucatu. 

- A posição do Governo federal contra a importação de cogumelos chineses dá ânimo ao setor - diz. Ele se refere à medida antidumping adotada pelo Brasil em 2003 e que estabeleceu tarifa de US$ 1,05 para cada quilo importado da China. De acordo com a Câmara de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, os cogumelos chineses chegavam ao País com preços bem mais baixos, prejudicando os produtores locais.


COMEÇANDO A PRODUZIR


Para as pessoas que desejam investir na produção de cogumelos, ai vai algumas dicas:


Área mínima para cultivo: 50 metros quadrados


Equipamentos: Estufa, Materiais de jardinagem, Substrato, Agua e Energia


Funcionários: Minimo 4 por estufa


Riscos: Baixos, segundo Armírio Duque de Oliveira Neto, gestor de projeto de cogumelos do Sebrae/MG


INVESTIMENTO INICIAL


Conforme a estrutura do empreendimento, o valor estimado, para o empreendedor iniciar esse tipo de negócio, pode ficar em torno de: R$ 30.000,00 mil para estufa que extrai 60 quilos por mês (não inclui o valor da área de plantio)

-Capital de Giro: R$ 3.000,00
-Investimento em equipamentos e instalações: R$ 27.000,00
-Faturamento bruto mensal previsto: R$ 2.550,00

Margem de lucro: não divulga. Vale lembrar que os gastos com manutenção são baixos.








segunda-feira, 2 de maio de 2011

Agrishow - a maior feira de agronomia da américa latina por : João Miguel ( SENAR AGUDOS )


17 ANOS DE DE SUCESSO!

4 de maio de 1994 - Primeira edição da Agrishow Ribeirão Preto, que mudaria o rumo do agronegócio brasileiro

O principal fator do sucesso da Agrishow foi a adoção do conceito de feira agrícola dinâmica, isto é, uma feira que não fosse apenas uma exposição estática, mas com demonstrações de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas em ação. Esse novo tipo de evento, em que o produtor rural tem a oportunidade de avaliar o desempenho dos equipamentos em condições reais de operação, era a principal característica do Farm Progress Show, nos Estados Unidos, e da Expochacra, na Argentina. No Brasil, a primeira experiência desse novo tipo de feira tinha sido feita pela Expodinâmica, um evento realizado em duas oportunidades – primeiro em Londrina, PR, e depois em Uberaba, MG – organizado por iniciativa de Brasílio de Araújo Neto, proprietário rural e presidente da Sociedade Rural do Paraná, em parceria com a empresa responsável pela organização da feira argentina. “A Agrishow foi uma forma de repensar as feiras. Antes de sua criação, as feiras agrícolas eram realizadas junto com feiras de pecuária, e tinham shows de artistas, onde corria muita bebida”, recorda Shiro Nishimura, presidente da Máquinas Agrícolas Jacto. “Nós que vendemos bens de capital queríamos um ‘palco’ diferente. Até a Agrishow surgir, nós sentíamos falta de uma feira específica para o nosso segmento, porque não queríamos continuar vendendo máquinas até a meia noite. Queríamos uma feira que nos permitisse mostrar aos nossos clientes finais qual era a utilidade do nosso produto para eles.O presidente da Jacto também considera que a Agrishow acabou nascendo da combinação de idéias de Ney Bittencourt, de Roberto Rodrigues, dos associados da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas e da diretoria da Abimaq.

Projeto Agrishow

A idéia da criação de uma feira dinâmica começou a ser formalmente tratada numa reunião realizada no dia 22 de maio de 1993. Isso acorreu na sede da Carborundum, em Vinhedo, SP, presidida por Ivan Pupo Lauandos, diretor dessa empresa e então presidente do DNMIA – Departamento Nacional de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, depois transformada na atual Câmara. Nessa reunião, que contou com a presença de representantes da Anfavea, Marchesan, Baldan e Jumil, tratou-se da “Exposição Nacional Dinâmica de Máquinas e Insumos” e ficou decidido que a Abimaq, Anfavea, Anda, Andef e Abrasem deveriam ser envolvidas no projeto, as quais seriam contatadas após a identificação de uma empresa organizadora. Também ficou decidido que a primeira edição seria realizada no estado de São Paulo e que ela deveria ser uma feira “essencialmente de negócios”. Na reunião realizada em 22 de junho, na sede da Abimaq, entre representantes das entidades e das empresas fabricantes, foram definidas as primeiras providências práticas, como uma consulta às entidades e uma pesquisa sobre as empresas organizadoras com experiência para realizar o evento. “Todos os que estiveram envolvidos nessas primeiras reuniões buscavam tornar realidade uma feira dinâmica, tomando como exemplo a Farm Progress Show, que todos tínhamos visitado”, recorda Ivan Lauandos. “Havia um consenso quanto à idéia de que deveria ser uma feira menos política e mais técnica, e que em hipótese alguma poderia ter shows, como costumava acontecer nos eventos agropecuários que se realizavam naquela época no Brasil.” Na reunião seguinte, realizada em 27 de julho, a Abag, a SRB, a Anfavea e a Abimaq confirmaram sua intenção de participação no evento que, naquele momento, ficou provisoriamente denominado “1ª Feira Dinâmica de Máquinas Agrícolas”. Os representantes dessas entidades também decidiram reiterar o convite de participação à Anda, Andef e Abrasem.

Nome e local

O nome Agrishow, sugerido por Celso Luís Casale, foi escolhido para denominar definitivamente o evento na reunião realizada em 3 de agosto, também na sede da Abimaq. Na ocasião também se tentou definir o local da feira, tendo sido sugeridas, por ordem de preferência, as cidades de Ribeirão Preto, São Carlos e Araras. Embora a maioria dos presentes preferisse a primeira, ainda não havia uma definição quanto à propriedade a ser utilizada. Enquanto isso, já tinham sido realizadas conversações com a Embrapa para uma possível realização da feira na Fazenda Canxim, em São Carlos. Deliberou-se então que a comissão se reuniria em Ribeirão Preto no dia 10 de agosto, para visitar as propriedades disponíveis nessa região, e que, não havendo consenso sobre um local apropriado nesse município, a feira seria realizada em São Carlos. A reunião realizada em 14 de setembro de 1993, na Estação Experimental, pode então ser considerada como a data inicial para a implantação da feira em Ribeirão Preto. “A grande realização da Agrishow foi promover a primeira grande reunião de todos os elos da cadeia produtiva do agronegócio do Brasil. Isso permitiu uma aproximação maior de todas as áreas envolvidas e uma compreensão maior dos problemas de cada uma das áreas e a busca de soluções comuns”, declarou o ex-presidente da Abimaq, Luiz Carlos Delben Leite. “A partir desse ponto, uma série de outras etapas foram alcançadas. A Agrishow hoje é um sucesso absoluto, o que pode ser constatado pelo crescimento do público a cada ano. Nós começamos com 17 mil pessoas em 1994 em 2008 atingimos 140 mil. Este sucesso foi alcançado pela utilidade que Agrishow representa para essas pessoas, porque nela se reúnem hoje em dia todos os principais lançamentos de máquinas, implementos, sementes, defensivos, fertilizantes, enfim de todas as tecnologias que estão sendo colocadas à disposição do agricultor e do pecuarista brasileiros.

Evolução constante

A Agrishow é tradicionalmente realizada na semana que compreende os últimos dias de abril e o início de maio, de segunda-feira a sábado. Ou seja, num período em que os agricultores estão terminando de colher a safra anterior e se preparam para a próxima. O momento mais indicado para a tomada de decisões sobre novas aquisições de máquinas, implementos e demais insumos. Nessa época, eles também têm mais disponibilidade de tempo para se afastar de sua propriedade e visitar a feira. Desde 1994, os produtores rurais brasileiros têm comparecido de uma forma maciça e crescente a Ribeirão Preto. As empresas, que logo perceberam que a feira vinha se constituindo num palco privilegiado para seus produtos e serviços, têm ampliado sua presença no evento, como pode ser comprovado pelos números colhidos pela organização da Agrishow. Na primeira edição, realizada de 4 a 7 de maio de 1994, participaram 86 empresas expositoras e um público de 17 mil visitantes. Um ano depois, o número de visitantes foi da ordem de 60 mil pessoas. Daí em diante, tanto visitantes quanto expositores foram aumentando ano a ano. Em 2008, em sua 15ª edição, o evento reuniu 774 expositores nacionais e internacionais e atraiu 140 mil visitantes de diferentes países. Em 2000, atendendo a uma demanda que vinha sendo detectada desde a primeira edição da feira, os organizadores criaram, dentro da própria Agrishow Ribeirão Preto, a Feira de Pastagem e Fenação, um espaço específico para os produtores de insumos para gado. Esse novo evento dentro da grande feira contou, já naquele primeiro ano de realização, com 30 expositores, que receberam 38 mil visitantes, sendo 500 estrangeiros. Também nesse ano, o Sebrae-SP patrocinou a presença de 48 empresas de pequeno porte, que fecharam mais de 700 negócios, com um rendimento total de R$ 903 mil, durante a feira, e expectativas de negócios futuros estimados em R$ 7,8 milhões. A quarta edição desse segmento específico da Agrishow Ribeirão Preto, em 2003, contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Hoje, a Pastagem e Fenação é um dos setores da feira que mostra equipamentos, insumos e serviços específicos do segmento, tem uma programação própria de demonstrações dinâmicas, que permite ao pecuarista conhecer os mais recentes avanços relacionados com a sua atividade.

Show de demonstrações

As demosntrações dinâmicas são o grande fator diferencial da Agrishow Ribeirão Preto. O momento em que “as empresas que confiam no seu taco” – na expressão do ministro Roberto Rodrigues – não só expõem seus produtos de forma estática, mas demonstram também a sua eficiência e produtividade, ou seja, as qualidades intrínsecas que de fato interessam ao cliente em potencial. Para eles, é o momento de tirar dúvidas comparando o desempenho de equipamentos similares. Para os fabricantes, é a hora da verdade, de provar a superioridade dos seus produtos. Desde 2004, as demonstrações são classificadas em três grupos: agricultura empresarial, agricultura familiar e pecuária. A principal preocupação dos organizadores é com o respeito às regras destinadas a garantir uma participação totalmente ética e imparcial. A Agrishow Ribeirão Preto poderá sofrer mudanças nas próximas edições, mas sempre em função das necessidades do dinâmico setor agropecuário nacional. Todas elas, porém, deverão se condicionar ao compromisso assumido há praticamente quinze anos atrás pelas entidades organizadoras, de fazer da Agrishow uma grande e eficiente “vitrine de tecnologia” e uma feira “essencialmente de negócios”


Cavalos!

Giovanna Rodrigues Corrêa

      
O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das três subespécies modernas da espécie Equus ferus. A denominação para as fêmeas é égua, para os machos não castrados, garanhão e para os filhotes, potro. Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos equídeos. Todos os sete membros da família dos equídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como as mulas.Pertencem a ordem dos perissodáctilos no qual fazem parte rinocerontes e antas (tapires). Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada.

OS AGROTÓXICOS DO NOSSO DIA A DIA

 Giovanna Rodrigues Corrêa    
O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo. Somos líderes mundiais na exportação de café, álcool, carne, suco de laranja e em breve, também de soja. Para atingir este patamar foram necessários investimentos em pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, atenção ao produtor rural dentre outros fatores extremamente importantes na cadeia do agronegócio brasileiro. Outro ponto importante é a área ocupada no Brasil para atendimento a nossa agropecuária. Somando a área de pastagens e agricultura são aproximadamente 300 milhões de hectares ocupados, ou seja, cerca de 35% do território brasileiro está ocupado pela agropecuária. Muitas destas áreas são extensas e cultivadas de forma intensiva e contínua. Qualquer atividade agropecuária gera desequilíbrio ecológico criando um novo equilíbrio.

DESCULPA VINICIUS....

BRUNNA:PROFESSOR EU QUERIA TI DIZER QUE O POUCO TEMPO QUE EU TO AQUI VC ME AJUDOU MUITO POIS EU DESCOBRI QUE AQUI SOMOS UMA FAMILIA COMO VC DIZ...                        





BRUNNA

O QUE O SENAR REPRESENTA PARA MIM...KATIA

KATIA:O SENAR PARA MIM É MUITO BOM POR QUE EU PRENDI BASTANTE COISAS COMO PLANTAR MEXER COM OS ANIMAIS  E TAMBEM TENHO DOIS PROFESSOR MUITO LEGAIS COMO A VANDERLEIA E O VINICIUS TUDO QUE  PRECISARMOS PODEMOS CONTAR COM ELES APRNDI QUE TER AMIGO É MUITO IMPORTANTE  POR QUE PODEMOS CONTAR COM ELES É ISSO TO GOSTANDO BASTANTE DESSE CURSO

MUITO OBRIGADO POR TUDO !!!

o que acho do SENAR:lucas machado

o que eu acho do SENAR : acho muito bom por que eu apredi coisas que eu nao sa bia como faser uma compostagem ,e tam bem não sabia como preparar a terra   para prantar . A acho tam bem que o SENAR  en caminha os jovems pra o mercado de trabalho





                                 NOME:Lucas Machado ...............

                                SENAR : Agudos sp